Rev. Elimar e Pra Erica Gomes

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Deus usa pessoas falhas para cumprir seus propósitos fins.

Veja como vivemos os dias atuais:

Se é bem-sucedido, obviamente vem de Deus. Certo? Se traz benefício espiritual, não resta dúvida! É assim que muitas pessoas julgam pessoas e obras dos homens, imaginando que o fim justifique o meio, e até prove a aprovação de Deus das pessoas usadas para o bem dos outros. Deus pode usar pessoas com falhas para cumprir seus planos? Ele pode permitir que alguém sirva para ajudar outros, e ainda reprovar aquele mensageiro?

As aplicações deste raciocínio são muitas. Alguns justificam o adultério porque Davi era homem segundo o coração de Deus (Atos 13:22) e para que ele não se ufanasse Deus o permitiu cair para que ele descobrisse que mesmo sendo segundo o coração de Deus ele era um homem vulnerável. Outros defendem práticas erradas nas igrejas (todo tipo de show musical, atividades de entretenimento, apelos materialistas, etc.) porque servem para encaminhar algumas pessoas para Cristo. Num mundo de marketing e comércio, não deve nos surpreender que o “lucro” no final da folha de balanço se torne o único medidor importante, pois o que importa mesmo são as almas resgatadas e libertas, todavia observe-se a transformação de vida nelas.

Mas o estudo da palavra deixa bem claro que o julgamento de Deus é outro. Ele frequentemente usa pessoas com falhas, e até atos errados destas pessoas, para cumprir seus planos. Jamais devemos distorcer este fato para justificar o erro.

Considere:

Perez era filho de Judá e Tamar, e se tornou antepassado de Jesus (Mateus 1:3). Mas a relação de seus pais envolvia promessas quebradas, engano e prostituição (veja Gênesis 38). Deus usou estas pessoas, mas não aprovou os pecados delas. A genealogia de Deus inclui adúlteros, assassinos, idólatras, etc. Deus usou pessoas com falhas para trazer Jesus ao mundo! E creio que para provar que alguém de uma linhagem tão imperfeita podia ser perfeito com Jesus foi.


Deus pode usar o pecado do homem para cumprir seus planos, mas isso não justifica o erro, ou seja, já que o erro foi cometido, então Deus o usará para ensinar sobre o fato de não errar. Os irmãos de José pecaram nas suas más intenções, mas Deus usou o erro deles para salvar uma nação (Gênesis 50:20). Judas pecou, mas Deus usou sua traição para um fim proveitoso (Mateus 26:24).Os judeus mataram Jesus, mas Deus usou este pecado para cumprir seus planos (Atos 3:13-19). Entenda, se nada disto houvesse acontecido, Deus teria criado uma situação para que a sua vontade fosse plenamente realizada na vida da humanidade.

Se refletir um pouco, perceberá que Deus constantemente usa pessoas com falhas para cumprir seus propósitos, porque ele trabalha por meio de pessoas imperfeitas – como você e eu! Ele escolheu sacerdotes imperfeitos (Hebreus 7:23,27), apóstolos imperfeitos (2 Coríntios 4:7; Gálatas 2:11; Filipenses 3:12), etc.


O fato de alguém servir para pregar a verdade aos outros não significa que a própria pessoa necessariamente chegará ao céu (1 Coríntios 9:27). Cada um será julgado pelo reto Juiz (2 Coríntios 5:10; João 12:48). E nós devemos sempre ter em mente que ser usado não é garantia de sermos aprovados. Costumo sempre dizer que até a jumenta de Balaão foi usada prá advertir o profeta mas isto não garantiu a aprovação dela para morar no céu de glórias com Jesus.

Vivemos um tempo em que muitos querem ressuscitar os erros do passado para reprovar o presente de alguém, mas nós devemos ser sóbrios e saber que o nosso Deus é Deus de presente  e futuro. Não importa o que fomos no passado, o importante é o que somos hoje e se vamos ser no futuro também, pois a Bíblia diz que temos que ser fiéis até a morte para recebermos a coroa da vida (Ap.2:10).

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Bem-aventurados os vossos olhos... e os vossos ouvidos

"Bem-aventurados os vossos olhos porque vêem, e os vossos ouvidos porque ouvem" (Mt 13.16)

Na verdade, Jesus está falando da chegada do reino de Deus. Ocorre que as gerações anteriores viveram com expectativas que não foram cumpridas. Por exemplo, Daniel 2.37-44 nos apresenta toda uma digressão acerca da esperança messiânica, que se deu com Jesus Cristo e Seu ministério tão somente. Portanto, a expectativa tão acalentada no coração do povo hebreu, em Jesus Cristo vai encontrar sua culminância, razão porque Ele disse mesmo: "O tempo está cumprido, e é chegado o reino de Deus. Arrependei-vos e crede no evangelho" (Mc 1.15).
Com essa declaração, portanto, é possível compreender a afirmativa de Jesus Cristo que serve de base para nossa meditação. Mateus a registrou com as seguintes palavras: "Bem-aventurados os olhos que vêem o que vós vedes. Pois vos digo que muitos profetas e reis desejaram ver o que vós vedes, e não o viram; e ouvir o que ouvis, e não o ouviram" (Lc. 10.23,24). Deste modo, encontramos na referência de Mateus uma extraordinária bem-aventurança, e dessa felicidade nós compartilhamos porque temos a grande ocasião de ter, não só a esperança realizada, mas, sobretudo, vivida em nossa existência: a chegada do reino de Deus.

O REINO DE DEUS

O conceito de reino de Deus, segundo as Escrituras, é altamente dinâmico, visto que fala do governo divino sobre todo o universo, e nossos corações. Mas aprendamos com as Escrituras: não é um reino territorial. É um reino presente, é verdade! Porque presente nos sinais, e nos milagres realizados por Jesus Cristo. Mas ao tempo que é um reino já presente, é um reino que terá seu efetivo cumprimento na Segunda Vinda de Jesus Cristo, a Parousia. E assim, porque terá sua culminância na Vinda de Cristo, podemos entender que no reino de Deus plenamente cumprido, dar-se-á a vitória final sobre o pranto. No Apocalipse está dito:
"E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com ele habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus. E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas" (Ap. 21.3,4).
Ensina-nos a Palavra de Deus que no reino de Deus efetiva e plenamente realizado, o Pranto já não mais existe. É também a vitória final sobre as Enfermidades.
Há quem lute com o problema crônico da enfermidade. Há, mesmo, um problema teológico com a questão das curas. Mas aprendemos com a Bíblia Sagrada que a vitória final está na realização plena do reino de Deus quando teremos a Grande Cura que é a ressurreição. E esse é um grande patrimônio que todos os cristãos compartilhamos sem sectarismo nem qualquer divisão denominacional. Compartilhamos a suprema esperança da ressurreição final dos corpos.
Lemos, ainda, acerca da vitória final sobre a Morte. O texto já lido de Apocalipse diz "e não haverá mais morte" (21.4a). Há muitos outros textos na Palavra de Deus, entre eles o hino em 1Coríntios 15. 26 que diz: "Ora o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte", e, mais adiante, "E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que esta escrita: Tragada foi a morte na vitória. Onde está ó morte? O teu aguilhão? Onde está , ó inferno, a tua vitória?" (vv.54,55; cf. Mt 9.18,19, 23-26; Lc 7.11-15; Jo 11.25,26 ).
Pois é, vamos ter essa vitória final sobre a morte na realização plena do reino de Deus.
Podemos seguir com a nossa reflexão, e perceber que é também a vitória final sobre as Trevas. O profeta Isaías mostra-nos como a humanidade caminha nas trevas:
"Pelo que o juízo esta longe de nós e a justiça não nos alcança; esperamos pela luz e eis que só há trevas; pelo resplendor, mas andamos em escuridão. Apalpamos as paredes como cegos; sim, como os que não teem olhos andamos apalpando; tropeçam,os ao meio-dia como nas trevas , e nos lugares escuros somos como mortos" (Is 59:9,10; Cf. Ef 6.12).
Há quem pregue que o reino de Deus ainda virá. O Novo Testamento assim não ensina. Pelo contrário, esclarece que o reino já veio, e terá sua culminância com a volta de Cristo, e, então, o Servo Sofredor da Paixão será o Rei Conquistador da Segunda Vinda (cf. Is 53:3-7; Lc 22.39-44). Não é o que diz a Palavra de Deus? Paulo, apóstolo, diz que "O Senhor mesmo descerá do céu com alarido, e com voz de arranjo e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro" (1 Ts 4.16; cf. Mt 24.30,31).

sábado, 20 de agosto de 2011

Dicas para Evangelismo Pessoal

As dicas abaixo têm o objetivo de facilitar seu trabalho e ajudá-lo no desafio de ganhar almas para Jesus! Então, mãos à obra... 
1. Ore e peça que Deus lhe dê as palavras certas. (Colossenses 4: 2-4)
 “Continuem firmes na oração, sempre alertas ao orarem e dando graças a Deus. Orem também por nós a fim de que Deus nos dê uma boa oportunidade para anunciar a sua mensagem, que trata do segredo de Cristo. Pois é por causa dessa mensagem que estou na cadeia. Portanto, orem para que eu faça com que o segredo de Cristo seja bem conhecido, como é o meu dever.”  
2. Mostre amor, quando falar.  (1Corintios 13:1)
“Quando eu era criança, falava como criança, sentia como criança e pensava como criança. Agora que sou adulto, parei de agir como criança.” 

3. Seja sensível e autêntico. (1 Tessalonicenses 2:8)
“Nós os amávamos tanto, que gostaríamos de ter dado a vocês não somente a boa notícia que vem de Deus, mas até mesmo a nossa própria vida. Como nós os amávamos!”  
4. Memorize alguns versículos principais.  (2 Timóteo 2:15)
“Faça todo o possível para conseguir a completa aprovação de Deus, como um trabalhador que não se envergonha do seu trabalho, mas ensina corretamente a verdade do evangelho.”
5. Faça uma apresentação simples. (2 Coríntios 11:3)
“Pois, assim como Eva foi enganada pelas mentiras da cobra, eu tenho medo de que a mente de vocês seja corrompida e vocês abandonem a devoção sincera e pura a Cristo.”  
6. Lembre-se de que Deus vai estar usando suas palavras. (1Ts 1:5a)
Pois temos anunciado o evangelho a vocês não somente com palavras, mas também com poder, com o Espírito Santo e com a certeza de que esta mensagem é a verdade.” 
7. Aproveite todas as oportunidades para falar de Jesus. (Colossenses 4:5)
 “Sejam sábios na sua maneira de agir com os que não crêem e aproveitem bem o tempo que passarem com eles.” 
8. Fale com convicção e de forma agradável. (Provérbios 16:21)
 “Quem tem coração sábio é conhecido como uma pessoa compreensiva; quanto mais agradáveis são as suas palavras, mais você consegue convencer os outros.” 
9. Seja claro sobre o que e por que você crê. 
Conheça as Escrituras e conheça as Confissões e Catecismos. Quanto mais você souber sobre a sua fé, mas fácil será falar com os não-cristãos. 
10. A essência do evangelismo é comunicar a informação correta sobre o pecado e a graça, simples e claramente. 
Fale sobre a lei e o evangelho, não sobre infralapsarianismo e simplicidade divina. Isso vem depois!
11. Evite o uso de jargão cristão. Fale sobre pecado, culpa e derramamento de sangue de verdade!
12. Use o juízo e seja caridoso. 
Não fale sobre reprovação com alguém que acabou de perder um membro da família que era incrédulo. Seja terno e cortês! Muitos não-cristãos agem e falam por ignorância, não malícia. 
13. Seja sensível para com o passado das pessoas 
– se elas tiveram uma experiência ruim na igreja, ainda lutam com um pecado particular, etc., seja compreensível e compassivo! Os não-cristãos odeiam a justiça própria, e têm o direito de assim fazêlo. Não suavize o peso da lei e a culpa do pecado, mas esteja certo que eles entendem que você é um pecador justificado, não um "sabe-tudo" auto-justificado, que está aqui para corrigi-los! 
14. Mantenha-se no assunto – não aceite distrações. 
Quando a conversa divagar, puxe-a para o estágio central – a lei e o evangelho. 
15. Evangelismo não é ganhar um argumento, mas levar pessoas a Cristo.
As discussões podem ficar quentes e intensas às vezes – tudo bem! Mas o propósito do evangelismo não é mostrar porque você está certo e eles errados. É comunicar a verdade do evangelho. A mensagem deve ser a ofensa. Não você! 
16. Quando as pessoas forem apáticas ao pecado – use a lei. 
Quando tiverem dúvidas ou forem céticas – use argumentos apologéticos básicos. Quando expressarem culpa pelo pecado – apresente o evangelho. 
17. Evangelismo é levar não-cristãos a Cristo. 
Convencer os evangélicos que a teologia Reformada é verdadeira vem sob o título de polêmicas. Não confunda os dois. 
18. Fixe-se no que todos os cristãos têm em comum quando possível. 
Deixe as lutas internas entre os cristãos de fora quando falando com não-cristãos. Um não-cristão não se importará muito com o motivo da visão luterana sobre a Ceia do Senhor ser errada, ou o porquê os presbiterianos estão errados sobre o batismo infantil. Isso virá durante a catequese (discipulado). 
19. Quando possível, fale sobre o Cristianismo como factualmente verdadeiro 
– "Jesus fez isso", "Jesus disse isso", "as pessoas ouviram e viram-no", etc. Mantenha-se longe da linha subjetiva de abordagem – "isso funciona pra mim". 
20. Ore por sabedoria. 
21. Confie no poder de Deus o Espírito Santo operando através da Palavra!
Cite textos diretamente das Escrituras com atribuição. "Jesus disse", "Paulo disse" … e não, "eu penso" ou "parece-me". 
22. Não apresse as coisas. 
Simplesmente porque alguém não está pronto para confiar em Cristo após um encontro não significa que o evangelismo eficaz não aconteceu. O pré-evangelismo é igualmente vital. Você pode plantar, mas alguém outro pode ter que regar. 
23. Trate as pessoas como objetos de preocupação, não como medalhas em seu peito. 
Estabeleça relacionamentos e amizades sempre quando possível. 
24. Não se esqueça que um profeta não tem honra em sua própria casa. 
As chances de você levar os membros incrédulos de sua família [ou alguém que lhe seja próximo] a Cristo são remotas. Ore para alguém vir e evangelizar sua família!
25. Não force as coisas. 
Se as pessoas zombam, ridicularizam ou não estão interessadas, vire as costas. Encontre outro tempo e lugar. Se depois de repetidas tentativas de comunicar o evangelho, alguém ainda mostrar uma indisposição de ouvir o que você tem a dizer, "sacudi o pó dos vossos pés e ide para uma nova cidade".
26. Esteja disposto a conseguir os recursos que as pessoas necessitem:
esteja pronto a lhes dar uma Bíblia, o livro correto para elas, e certamente um convite para visitar sua igreja ou estudo bíblico, etc. 
27. Ore por oportunidades para evangelizar. 
Ore pela sua igreja – para que Deus abençoe a pregação de sua Palavra, que ele traga não-cristãos para o nosso meio, e que abençoe a igreja com crescimento.
28. Você não precisa se tornar um arminiano prático para ser um evangelista fiel! 
Uma abordagem Reformada para com o evangelismo significa simplesmente dizer às pessoas a verdade em amor.
29. Fale naturalmente
Fale com naturalidade sem pregar, sendo agradável. 
30. Evite discussões de religião, etc.:
Não se esqueça do que está escrito em Tt 3.9 
31. Fale claramente,
Seja claro na sua fala, falando de forma simples e compreensível. Evite “teologia”.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

OS FILHOS DA PAZ E O NAUFRÁGIO NA FÉ

I Timóteo 1.19: Mantendo a fé e a boa consciência que alguns rejeitaram e, por isso, naufragaram na fé.

Comecaremos nossa reflexão de hoje perguntando aos presentes se já experimentaram navegar em alto mar. Sabemos que nos tempos do Novo Testamento, a navegação era muitíssimo importante tanto para a locomoção das pessoas, como também para o comércio. Porém, os recursos eram bem limitados se comparados aos de hoje. A bússola, um instrumento necessário para precisar a direção, passou a ser empregada pelos navegadores a partir do século XV, ou seja, mais de mil e quatrocentos anos depois de Cristo!
Quando o apóstolo Paulo escreveu estas palavras a Timóteo, eram muito comuns os naufrágios de embarcações. O NT registra pelo menos quatro experiências de Paulo com naufrágios (II Co 11.25 e Atos 27). O quarto naufrágio sofrido por Paulo, conforme Atos 27, ocorreu quando ele era levado preso para ser julgado em Roma. No barco que afundou, havia além de cargas, 276 pessoas! (At 27.37).
Porém, o pior tipo de naufrágio é o “naufrágio na fé”. Um filho da paz precisa precaver-se para não viver esta tragédia. Para tanto, a Palavra registra alguns cuidados que precisamos ter.

1º. VELAR PELAS PALAVRAS PROFÉTICAS 
(I Tm 1.18):

Palavras proféticas são recados que Deus nos manda, por vezes utilizando servos dEle. Tais palavras não são adivinhações ou prognósticos acerca do nosso futuro. São a revelação dos planos que Deus tem para nossas vidas. Deus tem planos para cada um de nós (cf. Jr 29.11). Porém, se fizermos escolhas erradas, estas palavras proféticas podem ser anuladas.

2º. COMBATER O BOM COMBATE 
(I Tm 1.18):

Jesus é o Senhor dos Exércitos. Fazemos parte deste Exército do Senhor. Na mesma Epístola aos Efésios, o apóstolo Paulo escreveu acerca da guerra na qual temos que lutar (Ef 6.10ss). Não podemos desistir de lutar na causa, na conquista dos territórios que Deus tem para nós.
Em II Tm 1.6, Paulo lembra Timóteo: “que mantenha viva a chama do dom de Deus que está em você”. É este fogo de Deus dentro de nós que nos impulsiona a continuar combatendo. Este fogo tem que ser mantido.


3º. MANTER A FÉ E A BOA CONSCIÊNCIA 
(I Tm 1.19):

Em II Tm 1.4 e 5, Paulo fala tanto das lágrimas como da “fé não fingida” do seu discípulo. A fé precisa ser nutrida, alimentada, protegida em nossos corações. A boa consciência é a mente sensível a Deus. Uma mente sensível a Deus é aquela que rejeita o pecado e que sensibiliza-se pelas questões que sensibilizam o coração do próprio Deus.
Em II Tm 2.3, Paulo diz que servia a Deus com a consciência limpa. O diabo quer sujar a nossa consciência. Com acusações. Com imundícies. Com ódio, desânimo e desistência.


4º. EXEMPLOS DE NÁUFRAGOS NA FÉ 
(I Tm 1.20):

Himeneu e Alexandre foram crentes que não se cuidaram e que naufragaram na fé. Tornaram-se inimigos do Evangelho de Cristo. Em II Tm 2.16 e 17, Paulo alerta para o perigo das conversas e dos ensinos de Himeneu. Em II Tm 4.14, Paulo registra os muitos males que Alexandre causou a ele.
Note em I Tm 1.20, que Paulo “entregou” os “náufragos” a Satanás. O apóstolo sabia que eles seguiriam por um caminho de sofrimento, mas que somente assim aprenderiam a não blasfemar. Que triste capítulo na história de pessoas que poderiam ter experimentado os Planos de Deus.
Concluímos este estudo alertando você: Deus tem um Plano para sua vida. Você não pode naufragar na fé. Hoje é dia de você reafirmar junto aos presentes em sua célula sua disposição em servir ao Senhor de todo o seu coração.
Dê oportunidade aos novos de se entregarem a Jesus como Senhor.
Na unção da prosperidade dos fiéis.

Fonte: Desconhecida. Recebi esta mensagem por email, gostei, por isso estou publicando.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Carta de um diabão a um diabinho sobre missões



  
Odiado Cramulhão Encardido Junior,

Espero que esteja comendo o pão que o nosso maldoso pai amassou. Escrevo-lhe esta missiva com vistas a lhe orientar quanto a melhor forma de obstruir o trabalho missionário dos filhos do nosso inimigo.

Primeiramente, não permita com que eles entendam o significado do inferno. Leve-os a acreditar que o inferno não existe e que o nosso inimigo é tão bom que no final de tudo salvará a todos da condenação eterna.

Em segundo lugar faça com que eles se endividem. Leve-os a consumir mais do que podem pagar, e quando estiveram cheios de dívidas, instigue-os a não contribuir com o trabalho missionário.

Ordeno também que promova brigas nos departamentos da Igreja. Leve-os a querer investir na construção de prédios, na reforma de salas, tirando assim o foco missionário.

Determino que INFERNIZE a vida dos pastores envenenando diáconos e presbiteros fazendo destes, pedras de tropeço para a obra missionária.

Agora, é mister, que você trabalhe nos crentes. Não permita com que eles enviem ofertas aos missionários, até porque, se as ofertas não chegarem ao campo, os obreiros do nosso adversário serão desestimulados em sua missão.

Leve-os ao esquecimento da oração. Torne a Igreja ativa demais e não permita com os obreiros do inimigo dediquem tempo a intercessão.

Termino esta carta, desejando todo tipo de maldade,

Com ódio,

Seu tio diabão.


Nota explicativa:

Há alguns anos, o conhecido autor evangélico C. S. Lewis, professor da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, escreveu uma série de artigos sob o título: "The Screwtape Letters" , ou seja, "Cartas do Inferno" , Edições Vida Nova SP, e os publicou no jornal "Guardian", conhecido órgão da imprensa britânica, lá pelos idos de 1940. Depois, essas cartas foram reunidas em um livro com o mesmo título, que se tornou a obra mais popular desse eminente escritor de temas cristãos. Nessas cartas, o autor imagina uma série de conselhos que Roldão, experiente oficial da hierarquia diabólica, envia a seu sobrinho Lusbim, um diabo neófito que recebeu a incumbência de corromper a fé de um homem que se tornara cristão. Visto que, daquela época para cá, tem-se multiplicado as artimanhas satânicas, é lícito imaginar mais alguns terríveis conselhos enviados pelo sinistro oficial ao seu infernal emissário, em plena ação diabólica para desviar os fiéis do caminho estreito. Usando os mesmos personagens, apenas mudamos os nomes, e tomando emprestado o gênero literário do autor mencionado, aqui apresentamos aos amados leitores uma nova carta imaginária, vinda dos abismos infernais.

Fonte: Renato Vargens

domingo, 7 de agosto de 2011

Ao cair da tarde daquele dia...trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos..... veio Jesus, pôs-Se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco!”  João 20:19.


Pense comigo um pouco naquilo que aparentemente os discípulos de Jesus estavam vivendo, e o pior de tudo, se acostumando a viver.



A agitação dos últimos anos, e especialmente dos últimos dias, deram lugar a uma calmaria insuportável. As imagens registradas no coração traziam sonoridades de tristeza e profunda amargura. Os detalhes da prisão do Mestre foram tão cruelmente reais e públicos, que isto havia abalado a esperança daqueles homens. Eles se lembravam da promessa de ressurreição, mas diante da carnificina expressa na morte, a fé perdera sua força... Eles se enfraqueceram, pois eram humanos, é verdade...

Não apresentavam mais a confiança que no passado fez com que se lançassem na proclamação do Evangelho.Jesus teria todos os motivos para repreendê-los, porém Ele se revela a eles uma vez mais. 

O Mestre queria fortalecer a fé daqueles homens para continuarem a sua missão.

O Senhor foi ao encontro deles e os saudou com o que mais faltava àquele lugar: PAZ! "Paz seja convosco!" 

A vida de Jesus era tudo o que aqueles homens precisavam. Voltou a alegria, a paz, a esperança, a fé, a coragem e tantas outras bênçãos oriundas da presença de Jesus.

Ore: 

Querido Pai, há algumas situações me incomodando. Dá-me sentir a Tua presença que traz paz onde há confusão, e que transforma o choro do medo em alegria da confiança. Em nome de Jesus, amém.

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