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sábado, 20 de agosto de 2016

Refletindo sobre a vida conjugal


No filme “300”, o rei Leônidas falou para seu filho: “A força de um espartano está no guerreiro próximo a ele. Dê respeito e honra a ele, e isto lhe será dado”. 
Acredito que essas palavras são propícias para a relação conjugal. Nenhum casamento se mantém com qualidade sem respeito e honra. Esses são laços indispensáveis numa relação a dois. 

A Bíblia diz que o marido deve amar sua mulher como a si mesmo, e a mulher deve tratar o marido com todo o respeito (Ef 5.33). O marido deve amar e honrar sua esposa (1 Pe 3.7), e a esposa deve ter uma conduta honesta e respeitosa para com o seu marido, num espírito dócil e tranqüilo, o que é de Grande valor para Deus (1 Pe 3.1-6). O casamento deve ser honrado por todos (Hb 13.4). 
Criei uma máxima que sempre estou repetindo: “Tudo está ligado com tudo”. O casamento é feito de um todo, não apenas de uma parte. Pouco adianta falar para um marido ser romântico com sua esposa, se ela estiver ressentida com ele por causa de ofensas passadas não resolvidas. Temos que cuidar de todas as áreas. A lista seria muito Grande, mas vamos enumerar algumas delas:

Afeto: O afeto deve ser o ambiente do casamento. Ele cimenta a relação conjugal. A mulher não pode ficar sem afeto. Há milhares de formas de dizer eu te amo. Crie o hábito de mostrar afeto. Isso deve ser planejado e leva tempo para ser desenvolvido. O afeto é um estilo de vida. Quando o seu casamento estiver conturbado, provavelmente estará faltando o afeto. Sem afeto não há romantismo. 

Sexo: Satisfaça as necessidades do seu cônjuge como você deseja que seu cônjuge satisfaça as suas. Explore sua sexualidade (1 Co 7.1-5). Afeto e consideração dão ao homem as chaves para a excitação feminina. Lembre-se sempre que a regra de ouro do casamento é a reciprocidade. Você não pode ter prazer no casamento se seu cônjuge não tiver prazer também. 

Comunicação: Cônjuges atenciosos conversam de forma atenciosa. O marido precisa separar tempo para sua esposa, como no namoro. Evite Dar ordens. Não fira o outro com palavras. Não force o outro a concordar com você. Deixe a outra pessoa falar também. Dê atenção exclusiva ao seu cônjuge. Evite lembrar os erros passados. Procure se interessar pelos assuntos favoritos do outro. 

Companheirismo: O casal que se diverte unido permanece unido. Quando Deus viu que o homem estava só, não criou dez amigos, e sim uma esposa (Gn 2.18).
Ninguém é capaz de fazer tudo o que gosta na vida. Não há tempo suficiente. 
Por que então não escolher atividades que possam ser compartilhadas com o cônjuge? Participe de atividades em que você e seu cônjuge possam divertir-se juntos. 

Honestidade: A honestidade é a melhor política de segurança no casamento. 
“…cada um de vocês deve abandonar a mentira e falar a verdade ao seu próximo pois todos somos membros de um mesmo corpo” (Ef 4.25). A honestidade é uma das qualidades mais importantes de um casamento feliz. Seja honesto com seus sentimentos. Não aparente. Até que ponto seu casamento é realmente honesto? 

Ser atraente: Atração física é o que você faz com aquilo que você tem. A mulher deve tentar mostrar-se do modo que seu marido quer que ela se mostre. Ela deve assemelhar-se à mulher com quem ele se casou. A maioria dos homens precisa de uma esposa atraente. As mulheres não têm essa mesma necessidade. 
Os dois devem cuidar da higiene. Sem higiene, tudo FICA mais difícil.

Finanças: A segurança financeira é uma forte motivação para o casamento, é um apoio emocional necessário na vida conjugal. Todos precisam ganhar o suficiente para viver. A ausência disso pode provocar várias expectativas, suposições e ressentimentos. É importante que se viva dentro daquilo que se ganha durante o mês. Quando se fala de qualidade de casamento, menos pode ser mais. 

Apoio doméstico: Ser uma boa dona de Casa, é uma excelente maneira de testemunhar na vida cristã (Tt 2.5). O marido deve ter a satisfação de voltar para Casa no final do dia e encontrar uma Casa em ordem com um ambiente agradável. Mas, experiências confirmam a importância das tarefas domésticas serem compartilhadas por ambos os cônjuges. 

Compromisso familiar: Quando falamos em compromisso familiar, não podemos nos limitar aos afazeres domésticos, providenciar comida e roupa. É imprescindível que o pai marque presença efetiva em Casa na criação dos filhos (Pv 22.6). A família toda precisa de um marido e pai comprometido. Isso dá segurança também para a esposa. Um bom marido deve ser um bom pai.

Oração: A oração além de aproximar o casal, ainda revela o que deseja o seu conjuge, uma vez que ele(a) externaliza o que está na sua mente e coração.

Admiração: Todos nós gostamos de ser admirados e elogiados freqüentemente. 
Fomos criados com essa necessidade. É fácil elogiar e faz muito bem para quem recebe. O livro de Cântico dos Cânticos é um exemplo da importância que tem a admiração mútua na vida de um casal. A auto-estima deve começar em casa. Ao lado de todo o homem deve haver uma esposa admiradora.

Conclusão:
Nosso casamento pode melhorar, pode crescer, mas não podemos esquecer que o casamento é feito de detalhes. “Não devemos, ao pensar em como fazer grande diferença, ignorar as pequenas coisas diárias que podem, com o passar do tempo, resultar em grandes diferenças que freqüentemente não conseguimos antever”. 
Separem tempo para se tocarem diariamente. Carinho e carícias fazem bem à saúde física e emocional. Se abracem. Andem de mãos dadas. Descubram coisas que os façam rir juntos. Rir aproxima as pessoas. Quanto mais vocês rirem juntos, mais se amarão. Um casamento sem senso de humor, é como uma carroça sem molas: sacudida por cada pedrinha da estrada. Estabeleçam metas conjugais e as persigam. Deus nos ajude. Amém. 

Notas do Artigo:
Material Copilado e adaptado.
Imagens colhidas na Internet.
Para esclarecimentos e aconselhamentos, escreva-nos no email: prelimargomes@gmail.com
Para agendar simpósios de casais, liderança e de missões, ligue-nos no Oi-Zap 71.98811-2090, Vivo zap 71-99991-2417 e Claro zap 71-98285-9232

Deus nos abençoe a todos.

Em Cristo

Rev Elimar Gomes-Alves

Instagram: @egalves7
Facebook: /egalves7

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

A IMPORTÂNCIA DO DISCIPULADO

Atendendo a solictações recebidas, segue abaixo uma palestra sobre a IMPORTANCIA DO DISCIPULADO...
 

Para os proximos dias estarei publicando um texto concernente este assunto, expondo assim uma visão minha acerca de um assunto tão importante e tão negligenciado em muitas de nossas igrejas, ditas evangelicas...

Forte abraço a todos,

Rev Elimar Gomes-Alves

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Os Fundamentos Espirituais da Família.

Mateus 7:24-27



“24 Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; 25 e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. 26 E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; 27 e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína.” (Mateus 7:24-27 RA)


1. Introdução

Ao ler este texto, percebemos que uma casa resiste às tempestades, por causa de seu alicerce. O alicerce é a base, é o fundamento, é o sustentáculo de uma casa. Quando o alicerce é firme, segundo Jesus, a casa resiste ao tempo, ao vento, aos temporais.

Assim também é a família, o casamento. Para que resista, precisa de alicerces. Jesus nos fala de dois alicerces. Um fraco, feito de areia e outro forte, feito de rocha. O grande desafio para as famílias, e casais aqui presentes é que tenhamos nossas vidas alicerçadas na Rocha.


2. Quais são os alicerces de uma família?

2.1) Comunhão

1 João 1:7 Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.

Mas, o que é comunhão? Comunhão é a participação em comum de crenças, interesses, idéias, opiniões. Para andar em comunhão uma família ou um casal, precisa compartilhar, precisa ter cumplicidade, precisa combinar em harmonia suas decisões. Enfim, se há uma idéia que resume a comunhão é a harmonia.

A comunhão na vida familiar do casal tem sido atingida por alguns inimigos. Vejamos:

Trabalho excessivo. ILUSTRAÇÃO. Me lembro da história de um pai que trabalhava excessivamente. Certo dia o filho diz ao pai: Papai, preciso falar com o Senhor. O pai responde: Menino, não tenho tempo para conversar. Meus clientes pagam por minhas horas. Alguns minutos depois, o filho entristecido pergunta ao pai: Pai, quanto custa a tua hora? Eu gostaria de comprá-la, para poder ter a tua atenção. O pai, cai em si, e percebe que estava errando com a sua família.


Há um programa de televisão que fez muito sucesso, na televisão brasileira, que é a super Nani. Quando um pai ou mãe não conseguem dar conta dos problemas de seus filhos, chamam esta psicóloca. O que constatamos, em muitos dos problemas destas famílias expostas na mídia, é que muitos destes pais são ausentes e distantes de seus filhos e famílias. Não se relacionam mais, não conversam mais, não convivem mais com os seus.

Temperamentos não controlados por Deus. Certa vez estava conversando com uma esposa, frustrada com seu casamento, quando em certo momento, ela diz: Pastor, meu problema é que eu e meu marido temos temperamentos incompatíveis.

Lembremos do que diz a palavra de Deus em Romanos 8:13: “Porque, se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte; mas, se, pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente, vivereis.” Ainda em Gálatas 5:16: “Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne”.


Não acredito que existam pessoas com temperamentos incompatíveis, mas pessoas incompatíveis com a vontade e plano do Senhor para suas vidas. Acredito que o domínio do espírito é mais poderoso do que as fraquezas de nossos temperamentos. Por isso, creio que o nosso temperamento pode ser dominado pelo Espírito que atua em nós.

Creio que, temperamentos que não são controlados por Deus podem destruir uma família, mas temperamentos controlados pelo Espírito Santo geram os frutos de espírito e trazem grandes bênçãos para a família.

Coloquemos por terra, em nome de Jesus estes inimigos da comunhão.


2.2) Perdão

“21 Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? 22 Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete.” (Mateus 18:21-22 RA).

Pedro ainda limitava o poder do perdão em sua vida. Jesus lhe mostra que o perdão tem que ser exercido constantemente na vida cristã.

Mas, porque alguns tem dificuldade de perdoar? Vou destacar alguns motivos:
- O orgulho ferido.
- Intolerância com as falhas de outros.
- É difícil perdoar porque as vezes nos sentimos como vitimas.
- Perdoar pode ser um ato difícil pois quem perdoa precisa dar a volta por cima e esquecer a ofensa.


O pregador Moody, falando sobre perdão disse: “Aqueles que dizem que perdoam mas não podem esquecer, simplesmente enterram a machadinha, deixando o cabo de fora para usá-la da próxima vez”.

Quem perdoa, precisa superar as feridas abertas no passado. Não podemos viver na sombra do passado, pois viver com Cristo é viver algo novo a cada dia. 2 Coríntios 5:17 diz: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.”

Alexander Poper disse: 'Errar é humano, perdoar é divino'.


2.3) O amor

Ao lermos I Coríntios 13: 7, entendemos porque o amor é um alicerce importante na família. O texto diz: o amor “…tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”

Paulo diz que o amor tudo sofre. Lembremos do quanto Jesus sofreu por nós, de como Ele suportou nossos pecados. Mediante o exemplo de Jesus somos levados a perguntar o quanto temos suportado algumas provações por causa do amor a Deus. O amor a Deus nos leva a suportar a cruz que precisamos levar em nossa caminhada.

Paulo também diz que o amor tudo espera. O amor nos ensina a esperar a oportunidade certa, ou a hora em que Deus vai agir. Sabermos esperar é importante que não nos precipitemos. Será que continuamos a esperar a nossa vitória, com absoluta convicção de que Deus ama?

Jesus tinha um amor desse tipo por nós. Ele deu a sua vida por nós. Mary Stessor diz: “Amar é viver em favor de alguém ou de algo”. Jesus viveu em nosso favor, viveu a ponto de se sacrificar por nós.

O grande pregador John Stott define o amor da seguinte forma: “Amor é mais serviço do que sentimento”. O amor de Cristo foi demonstrado por serviço, por atos, por gestos.

O amor de Deus gera em nós um sentimento de misericórdia semelhante ao de Deus que diz a Abraão: “Não destruirei Sodoma por amor dos dez”. Gn. 18:32. O amor de Deus nos leva a fazer sacrifícios como o de Jacó, que por amor a Raquel, trabalhou 14 anos para conquistá-la em Genesis 29. A amizade de Davi e Jonas resistiu a todos os ataques do rei Saul contra a vida de Davi. Quando temos o amor de Deus, grandes amizades não são sacrificadas por conflitos e pressões externas.

Quando temos em nossos corações o amor de Deus, temos o mesmo sentimento daquela verdadeira mãe, que diante de Salomão prefere abrir mão da maternidade de seu filho para uma falsa mãe do que vê-lo morrer. I reis 3:26.

Deus espera que nós tenhamos esse amor em nossos corações. O amor de Deus nos convence que o sentido da nossa existência não é vivermos apenas para nós mesmos em um mundinho de egoísmo, mas sim para fazer o bem pelos outros.


3. Conclusão

Retomando o texto que lemos acerca de Jesus falando da casa sobre a rocha diz: “…. e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha”.

A idéia mais importante aqui, a respeito desta casa, é resistência. Resistimos quando estamos edificados. Resistimos porque o mesmo Deus que estava com Moisés, declarou que estaria com Josué, e também esta conosco. E é o Senhor que promete:”ninguém te poderá resistir todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo, não te deixarei, nem te desampararei”. Josue 1:5.

Com amor, perdão e comunhão, as crises virão, os problemas aparecerão, a dor chegará, mas a tua família permanecerá unida, firme e indestrutivel em Cristo.

Que o Senhor nosso Deus abençoe nossas familias, por meio do Espirito Santo, através do nome de Jesus Cristo nosso salvador.

No amor do Pai.

Rev Elimar Gomes-Alves
Copilador e adaptador do texto.
Autor: Josias Moura | Divulgação: estudosgospel.Com.BR






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