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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Mesmo que você viva sob fracasso, Deus não desiste de você...

     Se Deus desistisse de vidas que foram marcadas pelo fracasso, pense como seria diferente a história do povo de Deus.
     Moisés, o assassino, talvez nunca tivesse liderado o grande êxodo deste povo  para fora do Egito. Davi o adúltero, talvez nunca tivesse escrito grande parte do livro de Salmos, uma das mais ricas porções da Bíblia. Jonas, o profeta fugitivo, talvez nunca tivesse liderado o maior reavivamento registrado na história.
    Deus é especialista em transformar falhas em sucessos. Não importa quão fracassado tenha sido o passado, Ele pode dar a volta por cima e transformar cada situação. Neemias sabia disso e prostou-se diante do Senhor confessando  seus pecados e os de seu povo, suplicando perdão e misericórdia. Deus  começou a restaurar as coisas e Neemias, diante de Jerusalém ainda em ruínas, pode dizer: "Ó Deus do céu é que nos dará o bom êxito. Nós seus servos nos  disporemos e reedificaremos" (Neemias 2:20)

O que fazer quando se falha?

  Não desespere diante dos fracassados. O modo de começar e confessando seus   erros a Deus. Comece a reconstruir com Ele. Ele especializou-se em renovar  vidas como a sua.
      O impossível torna-se possível na força do Senhor.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

A riqueza da verdade em Provérbios 23:19-23

"Ouça, meu filho, e seja sábio; guie o seu coração pelo bom caminho. Não ande com os que se encharcam de vinho, nem com os que se empanturram de carne. Pois os bêbados e os glutões se empobrecerão, e a sonolência os vestirá de trapos. Ouça o seu pai, que o gerou; não despreze a sua mãe quando ela envelhecer. Compre a verdade e não abra mão dela, nem tampouco da sabedoria, da disciplina e do discernimento".


Esta sessão de Provérbios apresenta bons conselhos para os filhos iniciando no versículo 19, nós nos concentraremos no versículo 23 onde encontramos uma importante lição sobre a verdade.

"Compre a verdade e não abra mão dela, nem tampouco da sabedoria, da disciplina e do discernimento".

É através da verdade que nossas vidas devem ser guiadas e governadas. Alguém poderia questionar esta afirmação, contudo devemos lembrar que não pode existir bondade sem verdade, nossas vidas devem ser orientadas por princípios e estes devem ser pautados na verdade. É pelo poder da verdade, conhecida, crida e obedecida que somos livres das forças tenebrosas do pecado. O texto sugere que há um processo na aquisição da verdade, há um exercício para o entendimento, isso não se dá por geração espontânea e por esta razão devemos adquirir a verdade.

O texto bíblico nos diz: “Compra a verdade”
A idéia aqui presente é que devemos romper com qualquer coisa em nome da verdade. Note que a passagem não nos diz quanto custa a verdade. Devo fazer uma confissão: minha tendência ao comprar alguma coisa é sempre procurar pelo mais barato. O que não chega a ser um problema, mas imagine se eu aplicasse isso na aquisição da verdade? Quero a verdade mais barata que se possa adquirir. Não é possível!
A passagem tenta nos estimular com o fato de que a verdade deve ser adquirida a qualquer preço, não importa quanto custe, adquirir a verdade é sempre um bom negócio e por esta razão não devemos nos arrepender. Você já comprou a verdade? Quando compramos a verdade, nos tornamos compromissados com os valores da palavra de Deus. Nossa vida não mais se resumirá em recitações de textos, ou em cantar música sacra. Comprar a verdade nos faz viver pela verdade. Isso produz uma família melhor, uma relação patrão-empregado mais equilibrada e justa, isso muda nossa maneira de viver em igreja.      

O fato é devemos investir tudo o que temos e o que somos na assimilação da verdade em nossas vidas. Tive no começo de meu ministério contato com muitos homens sinceros, um deles me disse: “Leandro se apenas uma palavra deste livro passar a fazer parte de nossas vidas isso produzirá uma revolução”. Ele disse isso apontando para a Bíblia. Hoje líderes Cristãos precisam comprar a verdade e não vendê-la, ainda que o custo seja alto, e reconheço que muitas vezes o é.
Um ponto importante em torno desta questão é que quando adquirimos a verdade, sabemos o que é autêntico e o que não é. Assim sendo, todos os dias seremos desafiados a vendermos a verdade. Como você deve ter notado nesta passagem, o autor usa de uma técnica de redação chamada paralelismo onde a segunda frase confirma a primeira. “Compra a sabedoria, a instrução, e o entendimento”. É interessante que sabedoria, instrução e entendimento estejam lado a lado com a verdade nesta passagem, isso porque nossa sociedade tem a tendência de coroar como sábios os mentirosos e tolos, aqueles que sustentam e vivem pela verdade. “Você não tem amantes?”, dizem eles, “Que tolice!” Quando escolhemos sofrer até mesmo prejuízos temporais a que negligenciar a verdade, aí então de fato compramos a verdade. Mas nada se compara com o doce prazer de colocar a cabeça sobre o travesseiro e descansar sabendo que naquele dia não vendemos a verdade. Este é o prazer de uma consciência pura.

sábado, 23 de julho de 2011

Diferenças entre as Igrejas Brasileiras e as Norte Americanas...

Muitas são as diferenças das lideranças cristãs brasileiras e americanas: o uso da tecnologia, a interação, o preparo das pregações e o encorajamento para o aprendizado ao longo da vida. Além destes fatores, de forma mais marcante, a importância das emoções para os brasileiros e dos objetivos para os americanos. Conhecer o que estas características influenciam na condução das ovelhas é o objetivo desta entrevista, que aproxima as possibilidades de aprender uns com os outros levando em conta as potencialidades de cada cultura.

Pr. Luís Wesley de Souza, co-fundador do Instituto Jetro, conhece bem as diferenças culturais nas Américas do Norte e do Sul, tendo sido pastor metodista no Brasil e atualmente, professor catedrático de Missão e Evangelismo na Emory University, Candler School of Theology, Atlanta, (EUA). Além destas vivências, seus estudos de pós-graduação foram feitos nos EUA. Ele é Pós-doutor em Teologia Prática e Práxis Religiosa pela Emory University, Doutor em Estudos Inter-Culturais pela E. Stanley Jones School of World Mission & Evangelism, Asbury Theological Seminary, Wilmore, (EUA) e Mestre em Missiologia pela mesma instituição.

Quais as diferenças quanto à liderança pastoral nas igrejas do Brasil e dos EUA?

Luís Wesley – A meu ver, são muitas as diferenças, mas vou apontar apenas quatro. A primeira diz respeito à questão tecnológica e de informação. A esmagadora maioria dos pastores americanos se vê razoavelmente cercada e provida de recursos tecnológicos, incluindo mídia externa e interna, aparelhagem eletrônica, instrumentação áudio-visual, boa biblioteca pessoal, amplo acesso às bibliotecas especializadas, assinatura de jornais e revistas, possuem computadores pessoais, acesso à Internet, promovem comunicação rápida com a comunidade via e-mail, periódicos e mala direta. Pastores brasileiros, entretanto, em sua grande maioria, ainda trabalham com recursos tecnológicos muito limitados, possuem pouco ou nenhum acesso à mídia, usam recursos caseiros e rudimentares, lêem pouco os periódicos, têm dificuldade de acesso à Internet e comunicam-se pouco com a comunidade local, a cidade ou o bairro.
A segunda diferença é relacional. Pastores americanos se sentem confiantes no exercício de liderança ministerial, mas a maioria enfrenta dificuldades quando o assunto é interagir com outros. Segundo pesquisa do Barna Group, 61% dos pastores americanos admitem terem pouquíssimos amigos chegados, por exemplo. Perceba o contraste: embora cercados de informação, recursos tecnológicos e humanos, secretária, assistentes, equipes, etc., pastores americanos se sentem sub-apreciados e nutrem receios no que tange às dinâmicas de convivência e de expectativa relacionadas ao fato de serem líderes espirituais, e acabam por se desconectarem das pessoas enquanto “gente”. Pastores brasileiros, por razões sócio-culturais, possuem uma habilidade maior para estabelecer conexões pessoais duradouras, compartilham seu dia-a-dia com as pessoas, se vulnerabilizam e dialogam mais, sentem mais o coração dos outros e, na maioria das vezes, se deixam perceber nos seus sentimentos.A terceira, que considero mais flagrante, diz respeito ao púlpito. Pastores americanos se preparam exaustivamente para a pregação de domingo, despendendo em média 20 horas por semana neste exercício preparatório. A maioria das pregações é o que se poderia chamar de “obra prima” da homilética e do conteúdo teológico, mas é voltada para a audiência apenas e intelectualmente exaustiva. As temáticas são geralmente atreladas ao calendário litúrgico cristão. O pastor brasileiro, contudo, fala diversas vezes por semana, de cinco a oito vezes em média, não elabora suas pregações com teores intelectuais ou acadêmicos, e não objetiva apenas a audiência e/ou congregação imediata. Tende a falar para a Igreja como um todo e se define mais dependente da oração e da direção do Espírito Santo, embora isto nem sempre seja uma realidade prática e observável. Gasta pouco tempo em oração pessoal, escreve pouco, lê pouca literatura de suporte e faz uma leitura bíblica geralmente intuitiva e voltada para o que "deve" dizer aos outros muito mais do que a si mesmo.

A quarta diz respeito aos recursos extra-ordenação. Pastores americanos possuem amplo acesso e encorajamento à educação continuada e programas de “life-long learning” (aprendizado para a vida). Suas igrejas e denominações lhes provêem recursos para participação em congressos, fóruns, grupos de mentoria, viagens, treinamentos e interação ministerial extra-confessional e extra-igreja local. Pastores brasileiros, por outro lado, sentem a necessidade de todas e cada uma destas coisas, mas recebem ou guardam poucos recursos para torná-las possíveis. Em razão disso, acomodam-se quanto a continuar aprendendo, deixam de ser ensináveis em suas dimensões de fé, experiência, missão e vida, e, conseqüentemente, aceitam o engano de acharem que, por medida de economia de tempo e dinheiro, lhes é suficiente serem autodidatas. Isto ainda é menos grave do que a preguiça intelectual que os levam a buscar e abraçar "pacotes" teológicos, eclesiológicos, metodológicos e estratégicos prontos para o consumo sem reflexão e sem senso crítico de aplicabilidade teológica e contextual.

Levando em conta estas diferenças, o que podemos ensinar aos pastores dos EUA e o que devemos aprender com eles?

Luís Wesley – Penso que pastores brasileiros podem ensinar aos americanos que recurso tecnológico é útil e bom, mas nem sempre é fundamental para a boa comunicação interpessoal e nem pode ser encarado como meio sine qua non. Podem ensinar que a espiritualidade deve ser amplamente nutrida através da interação e da boa convivência com as pessoas "de carne e osso", sejam amigos distantes, irmãos de caminhada ou gente estranha à convivência diária. Podem ainda ensinar que a pregação de domingo é importante, sim, mas não é a única coisa do decorrer da semana, e nem parte da escrivaninha para o púlpito como trajetória única, mas do concreto da vida para o entendimento e compartilhar da Palavra no contexto do povo, da Igreja e da nação.

Os pastores americanos podem ensinar aos brasileiros a encararem com mais responsabilidade o estudo e a preparação semanal com vistas à pregação. Púlpitos são igualmente vazios de kerigma ekairós quando encarados de forma irresponsável e despreparada, ou, como diria um bom camponês do norte - pioneiro paranaense, "a Miguelão". O despreparo semanal tem conduzido muitos pastores brasileiros a “mastigarem borracha” nos púlpitos, com pregações caracterizadas pela apelação e a exacerbação emocional e por sacadas repentinas, pouco ou nada refletidas, inconseqüentes e pouco bíblicas, que mais parecem borrifos de água turva e rala que nunca rega a alma, a mente e o coração de forma profunda e duradoura. Os americanos podem ensinar os brasileiros que a formação pastoral não cessa quando se completa um curso num instituto bíblico, seminário ou faculdade teológica. É necessário continuar ensinável e intencional na busca por novos entendimentos, perspectivas e introspecções.

Diferentes características culturais, tais como o fato de os brasileiros serem mais emocionais e os americanos mais objetivos, influenciam de que forma na condução das igrejas?

Luís Wesley – Dando mais espaço para as emoções, o líder cristão brasileiro tende a ser marcantemente intuitivo. Isto pode ser muito bom, mas também pode vir a ser devastador para a liderança ministerial de uma comunidade. Ser intuitivo pode marcar, extraordinariamente, uma liderança ministerial sensível, contemplativa, aberta e acessível. Penso que é no campo da intuição que nos tornamos mais abertos para a ação soberana e criativa do Espírito Santo. Há, contudo, um grande perigo quando colocamos demasiada confiança na auto-criatividade e no auto-discernimento advindos da intuição sem objetividade e sem relacionamentos que ofereçam questionamentos desafiadores ao indivíduo e a comunidade. Se o pastor se torna apenas intuitivo no exercício do ministério, negligenciará o fato de que o Espírito não se prende à intuição humana, nem a um só indivíduo. Ao confiar demais, além da conta, na sua intuição, o pastor desenvolverá um ministério místico, desconectado com a realidade, não consciente de suas metas e propósitos, e negligente do povo como comunidade do carisma, dos dons e da diversidade de talentos.

O inverso também é verdadeiro. O excesso de objetividade, que acontece com mais intensidade no ministério dos pastores americanos (embora isto também caracterize alguns pastores brasileiros!) tem o poder de gerar certa inflexibilidade, de bloquear a dinâmica de infusão de vida, além de causar uma espécie de eclipse no entendimento ou discernimento sobre a direção em que o “Vento” está soprando. Enquanto missiólogo, consultor e instrutor nas Américas do Norte e do Sul, vejo que é possível construir uma objetividade que também se deixa governar pela intuição comunitária. Gestão de planos, projetos, iniciativas e metas, por exemplo, que outrora eram tabus, servem para capacitar e acompanhar líderes em várias frentes de abordagem, e hoje estão sendo encarados como úteis, relevantes, redimíveis e aplicáveis ao ministério cristão que se entende e se percebe cheio e guiado do Espírito Santo.

Quais as diferenças na condução das ovelhas das igrejas americanas e brasileiras?

Luís Wesley – Lembro-me de quando eu e minha família éramos membros de uma enorme igreja metodista em Lexington, EUA. Num domingo pela manhã, minha esposa e eu estávamos participando da nossa classe de escola dominical, e o pastor titular, para a surpresa do professor e de nós alunos, veio visitar nossa turma. Acompanhado pela esposa, ele permaneceu não mais do que três minutos na sala, trouxe uma saudação, e saiu rumo à outra classe. Do momento da saída dele até o final da classe, a turma abandonou a lição que vínhamos estudando e passou a falar apenas da visita do pastor naquela manhã. Dentre as coisas positivas e negativas que aprendi do ocorrido, destaco uma negativa, ou seja, o fato de que aquela experiência denunciou a distância que geralmente há entre o pastor e as ovelhas. Enquanto família e indivíduos, por exemplo, nunca recebemos uma só visita pastoral ou telefonema pastoral, e todas as tentativas de buscar o cuidado do pastor dependiam sempre de agendamento muito prévio, isto é, com antecedência de longo prazo. As sessões de aconselhamentos, quando agendadas, eram curtas e objetivas, e geralmente feitas pelos pastores auxiliares e/ou voluntários em seções geralmente formais e em termos profissionais.Com algumas exceções, o cuidado pastoral dos brasileiros é feito mais no corpo-a-corpo, em bases relacionais, afetivas e aproximadoras. Isto é, o cuidado com as ovelhas é mais individual e familiar, sem deixar de ser coletivo. Neste jeito brasileiro de prover cuidado pastoral, a presença é encarada como algo fundamental. Olhar nos olhos, sentir o coração, dar lugar ao abraço, ao toque e ao afago lícito são coisas indispensáveis para a cultura brasileira.

John Maxwell em seu livro Parceiros de Oração (Editora Betânia), alerta para o fato de que nos Estados Unidos 30% dos pastores seriam tentados a “abandonar as suas responsabilidades” naquele ano. De forma geral, quais os pastores são mais sobrecarregados, os americanos ou brasileiros?

Luís Wesley – A questão da intuição e da objetividade ajuda a responder esta pergunta. Os pastores americanos fazem pouco com muita objetividade, e se frustram, enquanto os pastores brasileiros realizam muito com pouca objetividade, e se desgastam. O que mais estressa os pastores não é o volume de trabalho, mas o excesso de cansaço advindo da falta de entendimento do que significa ser e fazer igreja e ministério. Em conseqüência disso, tiros são dados para todos os lados e para lado nenhum, o que cansa, aborrece, enfada e rouba o entusiasmo do coração.Este cansaço gera muita frustração e insatisfação, e daí surgem os sentimentos que levam pastores a desejarem desistir não somente do que de fato importa em ministério - a glória de Deus -, mas também de suas famílias e de si mesmos. Muitos acabam por abandonar por completo o que outrora era feito por paixão, chamado e vocação, mas que agora é feito por "honra da firma" e para a sobrevivência pessoal. Esta realidade se aplica tanto para pastores brasileiros como para americanos.Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o site www.institutojetro.com e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Coração Insensato de novelistas da Globo pisa em Cristãos outra vez


A novela Insensato Coração é patricinada pela empresa Natura, que faz publicidade do perfume Kaiak.




No Brasil, Insensato Coração é a novela com maior número de homossexuais até o momento.
Segundo o jornal O Dia, a parceria Gilberto Braga e Ricardo Linhares, os autores, escreveram cenas de selvageria contra casais gays que irá ao ar nas próximas semanas.

Na segunda-feira, dia 18, uma cena causou protestos contra a Rede Globo. O personagem Chicão (Wendell Bendelack) tem uma fala em que ridiculariza os pais evangélicos, afirmando que eles são idiotas manipulados por um pastor evangélico, e por este motivo os tratam mal.

A tentativa de ridicularizar líderes e cristãos evangélicos em geral gerou reações contra a emissora. O Pastor Silas Malafaia enviou carta de protesto à alta cúpula da emissora.

Faça o mesmo, mostre sua insatisfação:

Atendimento da Rede Globo:

Telefone: 400 22 884 (custo de uma ligação local)

E mail: http://falecomaredeglobo.globo.com/
Mas, não fique apenas nisso, faça levantamento das centrais de atendimento dos patrocinadores de Insensato Coração, e proteste contra eles por apoiarem enredo folhetinesco anticristão. Diga-lhes que como consumir você merece respeito e não aceita comprar marcas que se associem contra o cristianismo.

O personagem Chicão tem o destino traçado, será vítima de violência por causa de sua opção sexual nos próximos capítulos. Sugiro que os cristãos evangélicos acompanhem a trama e anotem os patrocinadores dessa novela. E se por acaso o roteiro colocar evangélicos como homofóbicos, espancadores de homossexuais, então usemos o telefone e o e-mail para reclamar a quem paga os salários desses autores, atores, atrizes e, por conseguinte gera lucros para a Rede Globo.

Façamos a cúpula da emissora, agências de propagandas e os detentores de marcas de patrocínios, constatarem que audiência alta nem sempre é sinal de aprovação do telespectador. Reaja. Proteste. Vá às compras e boicote marcas de produtos que não respeitam a sua fé e faça os fabricantes saberem que está comprando produtos da concorrência.

E.A.G.


O artigo está liberado para cópias, para uso em todos os meios possíveis, desde que não seja com objetivo comercial, seja informado o nome do autor e também fonte de coleta. Eliseu Antonio Gomes; www.ubeblogs.net

sábado, 16 de julho de 2011

Um Dia de Decisão


Os moradores da região em volta do Mar da Galiléia jamais haviam visto tal poder! Ele era um homem que podia curar todas as suas sérias aflições, ressuscitar os seus mortos e alimentar as multidões com migalhas de comida. Um tal mestre e obreiro de milagres seria perfeitamente adequado ao trabalho de resgatar o povo escolhido da opressão romana. Esse tinha que ser o Messias! Por que demorar em fazer dele o seu rei? Não surpreende que desejassem fazer exatamente isso (João 6:15)!
Jesus, contudo, tinha uma perspectiva diferente de sua missão. Havia mais para sua vida e obra do que glória e popularidade. Que escolhas ele faria? O que os outros decidiriam sobre ele? Jesus e seus seguidores enfrentavam um dia de decisão. Leia João 6 e considere suas escolhas.
Um dia importante na vida de Jesus
Quando estudamos os relatos dos escritores do evangelho juntos, podemos ver o significado do dia do discurso de Jesus em João 6. Um estudo cuidadoso dos capítulos 9, 10 e 14 de Mateus, 6 de Marcos e 9 de Lucas auxiliará a perceber os pormenores. Algum tempo antes, Jesus tinha enviado os doze a pregar, e ele mesmo foi a várias cidades pregar. O tempo é, provavelmente, um pouco mais de um ano antes de sua morte. Sua popularidade estava chegando ao auge, ajudada pelo trabalho dos apóstolos.
Quando os apóstolos voltaram de sua missão, o lugar em que eles ficavam se tornou uma colmeia de atividade. Muitas pessoas foram atraídas pelo ensinamento e os milagres dos apóstolos, e queriam ver seu Senhor. Ao mesmo tempo, Jesus recebeu a triste notícia de que João Batista tinha sido decapitado. Tantas pessoas procuraram por eles que Jesus e os discípulos saíram em busca de um lugar para descansar e orar. Mas não era fácil afastar-se do povo. A multidão o seguia, e Jesus ficou comovido com o desejo do povo de estar com ele. Ele ensinava e curava os doentes. No fim do dia, ficou preocupado com que eles estariam muito fracos para irem para casa, por isso alimentou os 5000 com cinco pães e dois peixes.
O povo estava convencido. Este era certamente o Profeta que Moisés tinha prometido. Ele seria o rei ideal. Com seu poder para curar os doentes, ele poderia garantir a perfeita saúde de seus súditos. Com seu poder para multiplicar o alimento, eles jamais sofreriam fome. E tal poder seria suficiente para sacudir as algemas da opressão romana. Eles estavam prontos para coroá-lo seu novo rei. Subitamente, Jesus enfrentou uma crise.
Ele tinha vindo para ser rei, porém não agora, e não desta maneira. O plano de seu Pai exigia outro ano de ministério, enfrentando perseguição, rejeição e, por fim, uma cruz penosa. A exaltação viria, mas somente depois de ter sido humilhado no sofrimento. Ele não tinha vindo para reinar sobre um reino terrestre na Palestina, e não poderia permitir que o plano do povo tivesse sucesso.
Jesus subiu a um monte para orar. Na manhã seguinte, antes de romper o dia, ele caminhou vários quilômetros sobre o mar e, então, acompanhou seus apóstolos até o outro lado do pequeno Mar da Galiléia. Não há menção de repouso físico neste dia extremamente árduo, mas Jesus certamente levou seus problemas ao seu Pai em oração.
A multidão seguiu-o até o outro lado do mar. Muitos pregadores modernos iam sentir-se lisonjeados com tal crescente popularidade entre seus leais seguidores. Eles continuariam a fazer tudo o que se mostrasse eficaz para ajuntar as multidões. Poucos teriam entendimento claro do plano de Deus e coragem desprendida para fazer o que Jesus fez. Vejamos as escolhas dele e as decisões dos outros que estavam naquele dia na Galiléia.
Jesus Cristo
A popularidade é atraente. A maioria das pessoas gosta de ser apreciada. Jesus era, certamente, popular. Milhares estavam seguindo-o, e ele tinha capacidade para continuar a atrair as multidões. Satanás tinha-o tentado antes com um atalho para o poder (veja Mateus 4:8-9), mas agora a oportunidade para ser rei veio completa com os súditos prontos para servi-lo. Certamente eram grandes as necessidades do povo, e não há dúvida de que Jesus sentia grande compaixão por ele. Se já houvesse um momento para reconsiderar sua missão, deveria ter sido esse. Deveria o plano eterno de Deus ser modificado para satisfazer a circunstância da sociedade?
Jesus lutou, sem dúvida, com tais assuntos quando passou a noite orando. Como parece ter sido típico do Salvador, ele emergiu dessa longa sessão de oração com determinação para avançar. Mesmo com risco de perder sua popularidade, Jesus apresentou mensagens que desafiavam o povo a olhar além das coisas físicas para as necessidades reais de suas almas. Ele tinha curado os doentes para provar seu poder para curar suas doenças espirituais (veja Marcos 2:10-12), não para dar-lhes esperança de saúde perfeita nesta vida. Ele tinha alimentado os famintos para satisfazer a necessidade deles e para demonstrar que ele é o pão da vida (João 6:33), não para garantir-lhes prosperidade material.
Mas Jesus se recusou a usar o alimento para atrair as multidões. De fato, quando vieram por este motivo, ele prontamente os repreendeu: "Em verdade, em verdade vos digo: vós me procurais, não porque vistes sinais, mas porque comestes dos pães e vos fartastes. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque Deus, o Pai, o confirmou com o seu selo" (João 6:26-27). Sua missão era espiritual, e ele não a abandonaria; não importa o "sucesso" que poderia ter usando outras táticas.
Há uma mensagem poderosa e necessária para nós. Muitas igrejas hoje em dia encontram meios para encher grandes edifícios fazendo o que agrada às multidões. Se o povo quer comida, algumas igrejas oferecerão refeições. Se quiserem aprender inglês, oferecerão cursos de inglês. Se quiserem ficar em forma física, oferecerão aulas de aeróbica. Se querem atividades sociais com os jovens, oferecerão mesas de sinuca e balcões de refrescos nos edifícios de suas igrejas. Se quiserem divertimentos, poderão escolher entre espetáculos de talento ou de capoeira, ou exibições de coros e produções teatrais. Mas antes que percamos nossa fé na palavra de Deus e comecemos a usar tais táticas não autorizadas, vejamos um pouco o exemplo de nosso Senhor. Jesus preferiria ter 12 almas dedicadas a ele, do que 5000 pessoas vindo para satisfazer seus desejos pessoais e físicos. Os apelos não espirituais das igrejas modernas têm tirado Jesus do trono e colocado os caprichos extravagantes das pessoas egoístas em primeiro lugar.
As multidões
"É hora de conseguir um pregador diferente!" Não seria esta a resposta em muitas igrejas de hoje se a freqüência caísse de milhares para dúzias de um dia para outro? Isto foi o que aconteceu a Jesus quando as multidões abandonaram ele. "À vista disso, muitos dos seus discípulos o abandonaram e já não andavam com ele" (João 6:66).
Esta reviravolta desagradável dos acontecimentos deve ter feito a decisão de Jesus mais penosa. Com alimento físico e curas milagrosas —coisas que apelavam para as preocupações físicas dos seus ouvintes— ele poderia atrair multidões. Mas com a mensagem do maná do céu, salvadora da alma, ele pôde atrair meros punhados.
Era culpa de Jesus? Deveria ele ter apelado para as pessoas satisfazendo as expectativas delas? Deveria ele ter prestado atenção às necessidades e carências delas, esquecendo seus eternos problemas? Deveria ele ter polido sua imagem para se ajustar melhor aos interesses da sociedade contemporânea? Não! Jesus fez a escolha certa. As multidões que o rejeitaram são as que cometeram o erro trágico.
Muitas igrejas de hoje procuram satisfazer as expectativas da sociedade, até mesmo abatendo o espiritual para acentuar o social. Números e estatísticas são ídolos modernos usados para justificar tal desrespeito pela mensagem espiritual do evangelho. Jesus não estava preocupado com grandes números de seguidores, mas com a qualidade dos corações voltados para ele.
Judas Iscariotes
Pare um momento para ler João 6:66-71. Conquanto o texto não diga explicitamente que este foi o momento decisivo na vida de Judas, há muitas indicações de que nesse dia ele deu um grande passo na direção errada. A natureza do assunto que fez com que tantos abandonassem Jesus também teria sido um problema para Judas. Seu materialismo egoísta abateu-o mais tarde, e poderia ter facilmente interferido com sua fé quando ele enfrentou esta provação. Não é sensato nem bíblico afirmar que o deslize de Judas foi instantâneo.
O impacto sobre Judas do destaque espiritual de Jesus parece ter sido o foco do comentário nos últimos versículos de João 6, sobre aquele que logo seria o traidor. Judas teve que tomar uma decisão difícil, e optou por afastar-se de Jesus.
Simão Pedro
Ao mesmo tempo em que muitos outros discípulos voltaram atrás, Pedro levantou-se ao desafio do ensinamento de Jesus. Quer tenha Jesus satisfeito suas idéias e expectativas preconcebidas, quer não, Pedro resolveu seguí-lo porque ele era o Cristo! Precisamos ver o que Pedro viu naquele dia de decisão.
Jesus tem as palavras de vida eterna. Nenhuma filosofia ou método do homem podem melhorar a mensagem do Messias. Não há nenhum outro lugar para onde se voltar (Atos 4:10-12).
Não importam os benefícios que esperamos obter ao seguir Jesus, devemo-lhe nossa fidelidade simplesmente porque ele é o Filho de Deus, que foi investido de plena autoridade sobre tudo. O fato que ele é Senhor exige nossa submissão a ele (veja Mateus 28:18-20; Atos 2:36-38).
A vontade de Cristo pode algumas vezes ser exigente. Nós, como Pedro, precisamos ter fé para seguir quando enfrentamos provações difíceis!
Para quem iremos?
Decisões difíceis foram tomadas naquele dia, na Galiléia, decisões que afetariam as vidas e a eternidade de todos os envolvidos. Podemos aprender com as escolhas de cada um dos que lá estavam. Com Jesus, aprendemos a importância de manter em ordem as prioridades e vemos que a missão do evangelho vai muito além das preocupações físicas e sociais dos homens. Com Judas e com as multidões, podemos ver a loucura de tentar Jesus a se encaixar em nossas expectativas. Com a fé corajosa de Pedro, podemos tirar a força para seguir Jesus pelos motivos certos. Precisamos dizer ao Mestre, como o fez Pedro: "Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna" (João 6:68).
Para onde você se voltará? Para quem você irá? A decisão é sua!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

O QUE É O GMUH - Gideões Missionários da Última Hora

Gideões Missionários da Última Hora, com sede em Camboriú, SC, tem por objetivo principal, à divulgação do evangelho de Cristo no Brasil e no mundo. Para tanto, prepara e envia missionários em busca das almas. Hoje com mais 1227 (mil duzentas e vinte e sete) famílias sendo sustentadas no campo missionário, o que equivale a mais de três mil pessoas trabalhando em prol do Reino de Deus!
Pela misericórdia de Deus e apoio de contribuintes, voluntários, Os Gideões já estão em mais de vinte nações. Mas não apenas a preocupação com a alma; também se se preocupa com a ajuda humanitária para as pessoas carentes das comunidades atendidas missionários gidionitas, como, por exemplo, as 22 embarcações que são mantidas na região amazônica, com destaque para nosso barco clínica-odontológica Gideão VI; além da construção de abrigos para crianças no Nordeste, manutenção de escolas primárias no Haiti e Peru, abertura poços artesianos em regiões desérticas da África e do nordeste brasileiro, a manutenção de um ambulatório médico na base em Camboriú, o qual dispõe de cardiologista, odontologista e clínico-geral, além de enfermeiras e ambulância, tudo com recursos próprios para atendimento gratuito à parcela carente da comunidade.
E, isso é possível, porque os Gideões contam com contribuintes voluntários, apaixonados por missões, e você também pode fazer parte desta grande obra. Lembre-se de que, missão se faz de três maneiras: com os pés dos que vão, os joelhos dos que oram e as mãos dos que contribuem!
Seja um missionário segundo as suas possibilidades se encaixando numa das três possibilidades acima e Cristo te recompensará
Os Gidões Missionários da Última Hora contam com você e muito mais Jesus!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Você aceita conselhos?

Em Lucas 13:34 o Autor diz que Jesus fez um lamento sobre Jerusalém, dizendo que muitas vezes quis ajuntar seus habitantes em torno de si da mesma forma como uma galinha faz com seus filhotes, mas não tinha conseguido.
Por incrível que possa parecer, tal situação também se verifica na época atual: muitas pessoas que congregam conosco em uma das igrejas de Cristo recusam a ajuda, a orientação, e as instruções de Deus.
Elas se julgam auto-suficientes e rejeitam ajuda alheia. Acham-se sábios, entendidos, possuidores do conhecimento e da experiência necessários para se conduzirem no Caminho de Deus (que no fim acaba não o sendo), e por isso acham que não precisam de ninguém a lhes dar conselhos e dizer o que e como se conduzirem. “Afinal”, pensam, “temos inteligência suficiente para ler e interpretar a Bíblia, e tomar as decisões da forma correta”.
Feliz ou infelizmente a Igreja é constituída de seres humanos, de gente como a gente, sujeitos às mesmas falhas, erros e vícios comuns ao mais comum dos mortais. Nós, membros da Igreja de Cristo somos as mãos, os pés, a boca e o coração de Deus sobre a Terra. Esse é o grande problema: essa ajuda, essa orientação, essa instrução é passada pelos falhos, pecadores e in-dignos membros da Igreja que foram constituídos como líderes (diáconos, presbíteros, anciãos, pastores, bispos, etc). Reconheça-se que muitas vezes sem a habilitação, capacitação, maturidade e conhecimento necessários. Deus faz a sua obra utilizando-se dos piores instrumentos que existem:     nós. Eu e você: falhos, mesquinhos, egoístas, prepotentes, arrogantes, incrédulos, e mais um monte de predicados não muito recomendáveis. E é essa gente que Deus colocou para conduzir o seu povo nesta terra.
Não vemos os líderes da igreja como pastores de um rebanho do qual fazemos parte. Não os vemos como autoridade a quem devemos submissão.
Essas são as atitudes que fizeram o povo de Israel recusar a ajuda, a orientação, as instruções de Deus. E nós, obreiros na Seara do Senhor não temos como ajudar, orientar, instruir quem adota essa linha de pensamento.
Qualquer coisa que façamos em relação a quem se acha auto-suficiente tem um resultado previsível: uma vez que eles não reconhecem a nossa autoridade como líderes e obreiros na Seara do Senhor, sentem-se ofendidos, humilhados, atacados, com a nossa ajuda. Tomam as pérolas que oferecemos, jogam-nas ao chão, e as pisam (Mt 7:6). Foi o que aconteceu com o povo de Israel: Deus mandou profetas, e eles mataram, a uns humilharam e despediram nus a outros. Por fim Deus mandou seu filho, mas também não foi respeitado (Mateus 21). Se o povo não respeitava os profetas (aqueles que proferem a Palavra) de Deus, tampouco respeitaria o próprio Filho de Deus.
Aqueles que foram colocados sobre nós como líderes, no comando da igreja são tão pecadores, tão falhos e defeituosos quanto qualquer um de nós. Mas a quem precisamos nos submeter, obedecer, respeitar e honrar. Pois essas pessoas que tem a incumbência de nos conduzir para a presença de Deus. Recusar a sua orientação é recusar a orientação de Deus. Não se submeter à sua autoridade é o mesmo que não se submeter à autoridade de Deus.
Os santos não precisam de arrependimento. Os sãos não precisam de médicos. Os auto-suficientes são precisam de ajuda e de orientação.
Você é pecador, doente e carente da glória de Deus (Rom.3:23)? 
Não recuse a ajuda e a orientação de Deus.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Bambu Chinês


Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por aproximadamente 5 anos, exceto lento desabrochar de um diminuto broto, a partir do bulbo.
Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu. Mas uma maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída para sustentação daquilo que sairá depois do tempo de espera.
Então, no final do 5º. ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros, ou seja cresce a ritmo de foguete até sobressair sobre as demais árvores ao seu redor.
Um escritor de nome Covey escreveu:
“Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e, às vezes, não vê nada por semanas, meses, ou anos. Mas se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5º ano chegará, e com ele virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava…" 
O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos, de nossos sonhos… Em nosso trabalho, especialmente, que é um projeto fabuloso, que envolve mudanças de comportamento, de pensamento, de cultura e de sensibilização.
Para ações devemos sempre lembrar do bambu chinês, para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão.
Tenha sempre dois hábitos: Persistência e Paciência.É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão.

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