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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Os Últimos Pecados a Morrer: O Ciúme, a Inveja e a Contenda


por Darrell Hymel

Aristóteles definia ciúmes como o desejo de ter o que outra pessoa possui. Era originariamente uma palavra boa e referia-se ao desejo de imitar uma coisa nobre da outra pessoa.  Mais tarde a palavra passou a ser associada com um desejo lascivo daquilo que pertencia a outra pessoa.  Salomão reconheceu a vaidade (inutilidade) desse pecado quando disse:  "Então vi que todo trabalho e toda destreza em obras provêm da inveja do homem contra o seu próximo" (Eclesiastes 4:4).  Tentar "seguir o padrão de vida do vizinho" é um pecado que não somente nos impedirá de ir para o céu, mas também mesmo nesta vida nos tirará a satisfação (Filipenses 4:12-13).



Embora o ciúme simplesmente cobice a riqueza e a honra  dos outros, a inveja é algo que se faz acompanhar de rancor.  A inveja não é necessariamente querer para nós mesmos, mas simplesmente querer que seja tirado do outro.  A inveja é o sentimento de infelicidade produzido por presenciarmos a vantagem ou a prosperidade do outro.  Os invejosos se incomodam com os sucessos dos amigos.

O ciúme e a inveja são sempre seguidos da contenda na igreja (Romanos 13:13; 1 Coríntios 3:3).  Quando nos magoamos por causa daquilo que outros conquistaram, quer financeiramente, quer na reputação, a ambição egoísta nos torna arrogantes contra o nosso irmão (Tiago 3:14).  O ciúme dos coríntios para com os pregadores gerou contenda e divisão (1 Coríntios 3:3-4).  Os irmãos ciumentos estão associados com a contenda, com a ira, com as disputas, as maledicências, a difamação, a arrogância e as perturbações (2 Coríntios 12:20).  O ciúme e a inveja levaram os irmãos de José a querê-lo morto, geraram a rebelião de Coré, levaram Caim a matar Abel, o Sinédrio a matar Jesus e aprisionar os apóstolos.  Muitos hoje e no primeiro século pregam e pregaram a Cristo movidos pela inveja (Filipenses 1:15).  São zelosos pela causa de Cristo, mas esse zelo é motivado pelo desejo de desacreditarem outros irmãos.
A contenda nasce da inveja, da ambição e do desejo de prestígio, de posição e de destaque.  É o espírito que nasce da competição desmedida e ímpia.  A contenda corre solta quando os cristãos odeiam ser superados.  Domina quando o homem se esquece que só o que se humilha pode ser exaltado.  Os irmãos invejosos e competitivos cobrem o seu pecado com debates "consagrados" sobre as palavras e sobre as questões controversas (1 Timóteo 6:4-5).  Que a nossa posição a favor da verdade não seja obscurecida com o motivo pecaminoso da inveja que nos conduz à contenda.

Uma vez que a contenda entra na igreja, o culto passa a ser inviabilizado.  Os cristãos, e mesmo os presbíteros e pregadores, ficam tão preocupados com os seus direitos, dignidade, prestígio, práticas e procedimentos que fica impossível haver uma atmosfera que dê margem ao louvor e à adoração.  Com o ciúmes e a inveja no coração, não podemos fazer julgamentos justos; o julgamento parcial só gera mais contenda.  A adoração a Deus e as disputas dos homens não combinam.

O ciúme e a inveja parecem ser os últimos pecados a desaparecer da vida do Espírito.  Após a longa lista que Paulo apresenta de pecados da carne e do fruto do Espírito em Gálatas 5, ele conclui o seu pensamento com a advertência:  "Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito.  Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros" (5:25-26).  Ninguém acusou os apóstolos durante o ministério de Jesus de fornicação, impureza, sensualidade, idolatria, feitiçaria, embriaguez e orgias ­ mas na noite antes de Jesus morrer, eles eram invejosos e cheios de contenda (Lucas 22:24).  Não é necessário participar do trabalho da igreja por muito tempo para descobrir que fonte eterna de problemas é a inveja.

Como corrigimos o espírito invejoso e ciumento em nós mesmos?  

"Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram.  Tende o mesmo sentimento uns para com os outros; em lugar de serdes orgulhosos condescendei com o que é humilde; não sejais sábios aos vossos próprios olhos" (Romanos 12:15-16).  "Finalmente, sede todos de igual ânimo, compadecidos, fraternalmente amigos, misericordiosos, humildes, não pagando mal por mal ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo" (1 Pedro 3:8-9).

"Ora, é em paz que se semeia o fruto da justiça, para os que promovem a paz" (Tiago 3:18).  

Todos estamos tentando ceifar uma colheita resultante da boa vida, mas as sementes que produzem essa colheita jamais podem brotar numa atmosfera que não seja aquela com os relacionamentos corretos.  O grupo em que há inveja e contenda é um solo infértil, em que não pode crescer nenhuma colheita justa.

Ao copilar este artigo do Professor Darrell Hyimel e fazer algumas adaptações para nossa melhor compreenção me vi orando a oração do irmão Luiz Ignacio de Antioquia que orou assim:

"Nosso Deus e Nosso Pai, Livrai-nos de toda inveja e ciúme alheio, Pois muitas vezes temos ciúmes do que Pensamos que é nosso...
Pois tudo vem de Ti, Pois tudo é Teu e a Ti pertencem todas as coisas.
Tu és dono do Universo e muitas vezes invejamos do próximo que ele possui.
Livrai-nos do ciúme de Caim, Ggênesis 4.8) que o levou a matar Abel.
Livrai-nos do ciúme de Raquel, que teve de sua irmã. (Gênesis 30.1)
Livrai-nos do ciúme familiar, pois necessitamos pedir forças para compreender que o que possuímos ou o que temos vem por Tua vontade e por nosso esforço.
Livrai-nos do ciúme entre nossa família tanto dos nossos ancestrais, parentes e amigos mais próximos.
Livrai-nos do ciúme e da inveja familiar! Libertai-nos do ciúme e da inveja familiar! Salvai-nos do ciúme e da inveja familiar!
Pois estes sentimentos mesquinhos de nada nos servirão, queremos Te amar e servir.
Nosso Deus e Nosso Pai, retira este desejo inquieto do ciúme ou da inveja, desejo este de posse das pessoas ou situações, pois estaremos somente gerando morte e desgraça.
Destrói todo desejo de posse de:
Familiares, pessoas, amizades, matéria...
Ou de tudo que involuntariamente temos exercido
Contra nós ou contra o nosso próximo.
Nosso Deus e Nosso Pai, o ciúme e a inveja nos faz suspeitar, muitas vezes, e sentir que os outros são inferiores a nós, e nos tornamos como um desejo de posse, principalmente com a pessoa amada desejo este autoritarismo coercitivo, desliga todo ciúme e inveja entre:
Marido e Esposa, Esposa e Marido, Pais e Filhos, Filhos e Pais, Amigos e Parentes Colegas... E de todos que nos rodeiam.
Quebra Senhor todo ciúme e inveja que possa ter havido no relacionamento no passado, e faze-nos capazes de amar e não cobiçar nada alheio.
Retira todo olhar invejoso de pessoas que desejam vivamente apetecer o que é nosso, livrai-nos, pelo Teu amor – que nos deste na cruz, e nos fez crescer do amor livre – que liberta e constrói um mundo novo – uma nova era de paz, esperança e caridade.
Pois o amor é mais forte do que a morte (Cânticos: 8.6)
Nosso Deus, Nosso Pai, queremos absorver os ensinamentos do Novo Testamento, de nada de ciúmes, de nada de contendas (Rom. 13:13).
Pois o amor não arde em ciúme (1 Cor. 13.4), pois a inveja é obra da carne, obra da nossa própria fraqueza humana.
Cura-nos, (Gálatas 5.20) Oh! Pai, em nome de Jesus Cristo.
Nosso Senhor e Salvador, pedimos-te que o teu amor que não é ciumento e nem invejoso, liberte e lance agora fora de nós todo desejo incontrolável de ciúme e inveja, pois o Teu amor tudo desculpa, tudo suporta, tudo crê. (1 Cor:12)
Repreenda todo ódio ou ciúme de olhares humanos e olhares invejosos contra a nossa pessoa – os quer sejam involuntários ou voluntários, pois aqueles que têm os olhos de inveja precipitam-se! (Provérbios 28.22)
Livra-nos dos olhos ciumentos e invejosos Senhor, ensinai-nos a ser possuidores do amor e que tenhamos olhos e gestos concretos de amor para com todos.
Onde não seja desgostoso o nosso testemunho perante nossos irmãos e a nós mesmos.
Pois sabemos que todo aquele que possui inveja ou Ciúme de nós, estarão vendo, com toda a certeza, em nós:
Vitória, prosperidade, saúde, alegria, paz, harmonia, segurança e verdadeira vida em Deus.
Pai amoroso sabemos também que ninguém tem inveja ou ciúme do desvalido, do miserável, do indigente.
Senhor Deus, desejo ser do Bem, e nosso ser saberá ser do Bem.
Pois saber ser do Bem é saber que a energia age de acordo com o que pensamos e sentimos.
E o nosso Bem nos trará a positividade a força interior que emana de Ti e em Teu Nome nos entregamos e em Teu poder confiamos para todo o sempre.
AMÉM E AMÉM".

Que o bom Deus nos guarde e nos livre deste mal que tanto tem aflingido o povo de Deus.
Liberta-nos em nome de Jesus Cristo nosso Senhor e Salvador, e enche-nos com Teu Santo Espirito!

Deus te abençõe.

Rev Elimar Gomes
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